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quinta-feira, 8 de março de 2018

Obra de Arte: Mulher

Obra de Arte: Mulher

Dedilhada pelo Criador
Diante de nobre e sublime simetria
Torno-me mais poético e profundo admirador.
Mulher, quanto encanto!

Os meus olhos lacrimejam diante de cada detalhe,
E questiono, e insisto:

Mulher, de onde vem tamanha sabedoria?

E divago a pensar até o dia serenar
Ao alvorecer,
Deparo-me com sua magia tal qual o clarear
Mas, ainda sim, reitero:

Mulher, você ilumina!

Tu és a criatura do criador
Com adereços de encantos naturais
Sobrepuja-se ao desgaste terreal tal qual o cristal
Que detalha e baliza o mural universal,
E eterniza a humanidade num cartão postal.

Mulher, eterna rainha!

Silhuetas que desnudam qualquer visão
Ao mundo entoa divina emoção
À vida embala suave canção
 E inspira qualquer poeta a amá-la com ou sem razão.

Imagem: peter_pyw

Autor: Roberto Mello - Escritor e Poeta


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

domingo, 18 de fevereiro de 2018

COMO ESCREVER UM TEXTO DE QUALIDADE?

Olá, pessoal!

É impossível negar que a tecnologia globalizada promove um crescimento dinâmico à luz do conhecimento e cultura através de publicações — principalmente BLOG POSTS.

Ora, a primeira pergunta que vem à mente é: “como escrever um texto de qualidade”? — Xi, aí complica!

Bem, para os calouros de blogs ou redes sociais, sabemos o quão difícil é produzir conteúdo — é óbvio que, esta afirmação não se resume apenas aos iniciantes.

Em certo momento de nossa existência, alguns valores despertam a simples ideia em escrever sobre determinado assunto e divulgá-lo. Mas, não desejamos um monobloco de palavras evasivas, e sim; um conjunto de vocábulos e frases harmoniosas.

De forma geral, idealiza-se uma transcrição que possa encantar e influenciar qualquer pessoa a mergulhar no oceano desta sublime criação. Então, me acompanhe nesta busca e desvende alguns desses segredos.

A jornada


Eu até poderia nomear o título como “As três ou cinco dicas quentes para escrita de qualidade” ou “Os sete segredos da escrita” e por aí segue uma sequência de inspirações, entretanto, preferi “como escrever um texto de qualidade?" pela praticidade e objetividade da publicação em si.

O objetivo desta postagem é referenciar, nortear sua trajetória, sua aventura; sem aprofundar-nos nas técnicas mais apuradas deste enredo ou sobre gramática da língua portuguesa.

Vamos começar?

Para inicio de conversa, você deve adquirir o hábito de leitura. Leia diariamente. Deguste artigos, narrativas simples e complexas sobre temas variados; livros..., livros e mais livros, etc.

A leitura, o aprendizado, o conhecimento é embasado em promulgações com referências. Sendo assim, para conhecer mais sobre “comunicação” indico o “ManualEstratégico de Comunicação Empresarial/Organizacional” da autora Shirley Cavalcanti.




Sempre que possível, estude ou revise o uso de verbos, acentuação, regência, concordância, ortografia, ou seja, tenha consigo um bom livro de gramática da língua portuguesa. Programe-se, organize-se com seus horários.

Outra dica:

Leia um artigo e faça um resumo. Leia-o, releia-o e deixe-o de molho. Isto é, releia-o algumas horas depois ou no outro dia. Você observará algumas diferenças quanto ao resultado final. Você detectará erros que durante o processo de criação não percebera.

Bem, passamos pelo preparo, pela dedicação e esforço, agora, é estabelecer o referencial, ou melhor, a escolha do tema.

Você deve planejar o mote que irá abordar. Podem ser viagens, moda, animais, praias, eventos, literatura, saúde, finanças, exposições, shows, etc.

Existem muitas opções de estudos e pesquisas. Então, defina a matéria e faça um planejamento — especifique detalhes que irá abordar. Mergulhe em sua essência e retire tudo que você achar interessante, todavia, tenha atenção num detalhe: leia “Direitos Autorais - Plágio é Crime!”.

Nesta etapa, você já tem o esqueleto, a estrutura do roteiro. É hora de colocar a mão na massa. Sugiro um dicionário para evitar palavras repetidas ou fora de harmonia contextual.

Ah, não esqueça que a leitura deve ofertar uma cadência sonora.

Para concluir esta pequena exposição, é importante manter um padrão de formatação, fontes, espaçamentos e outras ferramentas disponíveis, afinal, você está diante do espelho e questiona: “como escrever um texto de qualidade”?

Espero que essas sugestões despertem inspirações criativas. É óbvio, na medida em que você transfere este hábito para o seu dia a dia, suas habilidades serão envolvidas num propósito maior e o resultado será satisfatório.

Se você achou a matéria interessante, deixe seu comentário e compartilhe. 


Imagem: rawenergy




quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

RESENHA LIVRO / EBOOK - O MENSAGEIRO

Olá, pessoal!
É com imensa alegria que divulgo mais uma resenha que a obra literária "O Mensageiro" recebeu.
Sinceros agradecimentos à equipe do Blog 1001nuccias.blogspot.com.br 





Já disponível na Amazon - Ebook e na LIVRARIA BEM-TE-LI - Físico / Ebook


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Ah, um mero talvez!

Um mero talvez
Que iluda minha ansiedade
Que forneça o tom da esperança  
Que silencie os gritos de minh’alma
Que solidifique a base da segurança.

Talvez, ao ouvir um mero talvez;
Não deteriore um futuro
Um futuro incerto ou magistral
Quem vai lá saber?
Talvez eu, talvez você ou a terceira pessoa;
E quem vai lá saber?

Talvez a forma geométrica de curvas defina
Talvez um traçado retilíneo pontue
Bem, talvez o futuro dependa da direção presente;
Talvez um presente, consistente ou inconsistente;
Defina a trajetória reta ou curva
E se for...
Quem vai lá saber?
Talvez eu, talvez você ou a terceira pessoa;
E quem vai lá saber?




Texto: Roberto Mello

Imagem: ElisaRiva

sábado, 21 de outubro de 2017

Seja Você!

 Harmonize-se com palavras e textos poéticos
Que transmutam sentimentos ilícitos
Que enobrecem o paradigma humano
Que unificam o dorso ecossistêmico
E que invalidam ações tenebrosas.

Harmonize-se com o seu Eu puro
Que rompe o elo obscuro
Que ilumina a bruma silenciosa
E que ensina a mente ociosa.

Harmonize-se com o Sopro Vital
Inale a fragrância suave
Permita-se ao novo alvorecer
Permita-se ser você.

Seja sem preocupação ou desilusão
Seja sem angústias ou ansiedades
Seja sua própria natureza divina;
Humildemente e verdadeiramente
Seja você!



Texto: Roberto Mello

Imagem: Wikilmages

domingo, 15 de outubro de 2017

Queimadas

Ouvi o clamor da terra

Senti o odor de longínquas queimadas

Gritos atônitos transpassaram léguas

E que ecoaram por tamanho desespero. 


Filhotes ao ninho sem recurso

Restando-lhes apenas o segundo vindouro,

Que durante a ciranda das labaredas

Elas, sem piedade;

Encerram – prematuramente - o canto mágico,

Ou o uivo colossal,

Ou o ciclo da essência vital. 


Ouvi o clamor da terra

Ouvi a insensatez mundana

Ouvi histórias de futuro promissor

Embasados pela melodia fúnebre

Sem misericórdia daquela dor.


 Lembrem-se:
Diante de uma possível resposta

O equilíbrio natural acontecerá

E você sentirá as mesmas dores e aflições. 


Diante da força da natureza
Não há logística quanto à prevenção ou combate;

Não há soberania humana;

Ela, a natureza, é suprema!



Imagem: bbAAer

domingo, 3 de setembro de 2017

Reflexão

Terras matreiras
Equações sociais mal resolvidas
Igualdades que coexistem nas teorias
Blasfêmias insanas que vagam pelo ar
E que mutilam pessoas
E que transfiguram esperanças
E que transgridem o equilíbrio
Pelo próprio “Eu”.

Terras matreiras
Que transbordam incógnitas
Que disfarçam desigualdades
Que ocultam verdades
Que oferecem eventos sociais
Que oferecem iscas
Pelo próprio deleite.

É o jogo “dominador e dominado”
É o cassino “roleta e apostador”
É a selva “caça e caçador”.

E no social, o povo clama, chora, implora;
Passado, presente e futuro;
É a mesma história.




Autor: Roberto Mello
Imagem: cocoparisienne

sábado, 8 de julho de 2017

Sinopse do Amor

1 dia reinventei e decidi conjugar o verbo amar

2 momentos aconteceram que entristeceram meu coração

3 vezes ao dia pranteei por horas pela intensa solidão

4 primaveras tamponaram o direito de desejar e versejar

5 verões decidi esquecer. E viajei, e excursionei por veleiros;

6 instantes durante o passeio pela imensidão daquele mar, não entendi o bramar do revolto vento;

7 argumentos, em segundos, pairaram à mente, os quais agrediam como arqueiros

8 flechas penetraram à minha alma desejosas de um mortal intento

9 tentativas realizadas para calar, sufocar o desejo de amar

10 sorrisos encantadores, após longos anos, estremeceram meu corpo;

11 pares de olhares renovaram meu sentimento e a paz cintilou

12 meses após ter escolhido você percebi que nunca estive morto.

Enfim, hoje somos a perfeita manifestação ou a manifestação perfeita?



Texto: Roberto Mello
Imagem: yatheesh_

terça-feira, 23 de maio de 2017

Brisa Silenciosa

Oh, brisa silenciosa e enigmática;
Que até envolve este fútil corpo, mas não minha alma;
Que desdenha meus profundos desejos
Que não embala e não acalenta os anseios.

Mergulhas a sombra nefasta, sombria;
Não arrefece o pesar desta nostálgica saudade
Dispa-me aos pés da incólume aflição
E mesmo assim, sou passageiro com emoção.

Brisa silenciosa da neblina escura
Quanto às lembranças tempestivas e áridas
Leve-as, tal qual a leve bruma – suave e pura.

Brisa silenciosa de neblinas ávidas
Respeite as dores vindas do açoite sem candura;
E assim, tais emoções tornem-se cálidas.


Autor: Roberto Mello
Imagem: cocoparisienne

sábado, 13 de maio de 2017

Inenarrável

Penumbra que rasga alguma nuance de esperança
E que rasga, e que a dilacera em infinitos fragmentos,
Os imensuráveis registros, mas não esquecidos,
Em uma gaveta chamada de saudosas lembranças.

Tantas lembranças de tempos de outrora
Que a aurora intocável adornava a crença infantil
Com sua maestria embalava cada segundo da hora
Através de anseios, esperanças e quimeras mil.

A penumbra se fez assídua leitora destes registros
Até questionou alguns instantes do teu crescer
Mas, teu olhar não permitiu a possíveis sinistros;
E o orvalho se fez testemunha do diário alvorecer.

E assim... O dito pelo não dito;

A esperança tornou-se reflexiva diante da penumbra
A aurora bajulou, serenamente, a angústia indomável;
O orvalho desenhou uma paisagem que deslumbra
Que na consciência; a lembrança é de valor inenarrável.


Autor: Roberto Mello
Imagem: panimo

domingo, 2 de abril de 2017

Rio de Janeiro - Cidade Maravilhosa


Imagem - joseph_Berardi

Quanto às belas paisagens naturais dedilhadas pelo Grande Criador, sem dúvida.

Quanto ao povo carioca, além de trabalhadores criativos, são carismáticos, receptivos, guerreiros e festeiros.


Sendo assim, diante de nobres atributos — naturais e sociais — despertam não só o interesse nacional como também o turismo internacional.

Quanto ao “Tendão de Aquiles” do Rio de Janeiro, aí é complicado falar.
A “Cidade Maravilhosa” convive com uma metástase em seu “Tendão de Aquiles” denominado “Golias”. E vocês sabem o significado para a palavra “Golias”?

Bem, este famigerado Golias é o câncer social; é o gigante que pisa no direito de ir e vir; é o zumbi que cospe na democracia; é o tirano que fere a CONSTITUIÇÃO de uma NAÇÃO; é o opressor que faz ciranda com a segurança de um povo contrito e iludido.

Infelizmente, os fatos não mentem, não iludem. E na onda desta prerrogativa negativa denominada de violência, até a mídia tem que escolher palavras e mostrar vídeos com muita cautela. É um campo minado. Ela não pode colocar água na fogueira do turismo, tampouco nas labaredas de certos investidores; sequer na chama financeira de moedas internacionais ou determinados nichos eleitorais.

É... Ela não pode! Ela não deve! Alguém pode brigar! Alguém pode perder o cargo! Afinal, o sistema capitalista e a política — que andam de mãos unidas — detêm o poder da caneta.

Aí, devido ao “NÃO PODE” ou “NÃO DEVE”, o turista nacional ou internacional acredita que a violência é uma situação pontual. Óbvio, por força do marketing, é claro. Entretanto, o clichê “Cidade Maravilhosa” assassina homens, mulheres, adolescentes e crianças. Este mesmo marketing massacra nossos policiais, nossa segurança, nossa liberdade, o direito de ir e vir e o direito de VIVER.

Diariamente, a realidade desta violência sombria e nefasta abraça — sem escrúpulos — os bairros e praias em geral, acaricia de forma truculenta o cidadão de bem ou o contribuinte e humilha qualquer transeunte, independente da idade.

E onde está o direito da população que trabalha? Onde está o direito da pessoa que procura emprego? Onde está o lazer com a família ou entre amigos?

Atualmente, alguns bairros — com suas vias expressas — transformam-se em palcos de ações criminosas orquestradas pelo NARCOTRÁFICO.

Aproveitando o gancho “NARCOTRÁFICO” é impossível não citar a tão pavorosa Avenida Brasil, que por unanimidade é considerada a pior rota para caminhoneiros. Apesar de ser o eixo central que viabiliza o deslocamento entre bairros e um dos portais da economia, é palco de arrastões, assassinatos, latrocínios e outras formas de agressividades socioeconômicas e culturais.

Outros dois palcos com shows de tiroteios, arrastões e outras agressividades impostas pelos traficantes fica a cargo das Vias Especiais — Amarela e Vermelha —, que já sinalizam alguns destaques nas manchetes internacionais.

Aqui, no Rio de Janeiro, estes eventos crescem de forma exponencial. E de quem é a culpa?
Será uma questão de política menos corrompida?

Por fim, onde está o nosso Davi para aniquilar este gigante Golias?

E que Deus nos ampare e nos abençoe nas idas e vindas!



domingo, 12 de março de 2017

SEGREDOS DO SILÊNCIO

Ao repouso sob o crepúsculo brando
Mergulho ao secreto mais profundo.
Ali ou aqui
Eu e ela, na dúvida, eu e eu;
Alguém emudece.
E não cresce, e não enregela, e não padece.
Nenhum som e total ausência de qualquer existência
E assim, torna-se inviolável a própria dualidade escondida;
Que, outrora, por frações de questionáveis minutos;
Esvaía-se em prantos, arrependida.
O profundo secreto permanece oculto
Os questionamentos aos mistérios insistem e persistem.
O segredo do silêncio ainda é o tesouro perdido
A dualidade convive entre lágrimas e entretenimentos
Mas, conhecer a arte dos mistérios escondidos;
É impossível ao leigo.
Há momentos que não o (a) ouço e nem o (a) vejo
Mas, aceito compreender o incompreensível.
Afinal, meu êxtase..., meu desafio!
O desafio à origem do grande segredo do silêncio.



Texto: Roberto Mello
Imagem: byKst

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

"As Sem-Razões do Amor" - Carlos Drummond de Andrade

Olá!
Hoje divulgo uma pérola diferente, aliás, bem diferente.
Será o Amor uma saída?

As “Sem-Razões” do Amor

Eu te amor porque te amo.
Não precisas ser amante,
E nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E com amor não se paga.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

E Vejo Luz!

E vejo luz!
Brilho intenso que seduz
E que não reprime
Nem tão pouco oprime
Mesmo um pequeno feixe
Ainda reluz
E vejo luz!

sábado, 28 de janeiro de 2017

Hoje, Saudades!

Ouvindo o marulho das ondas
Fico evasivo à sintonia deste mar
Sem pestanejar
Não permaneço omisso
E duelo à minha sombra
Com os inesquecíveis ou saudosos “teus” que me faz recordar.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Um Colibri

Pela manhã, um colibri solitário e inquieto,
Bailou alguns segundos à minha frente.
Naquele instante ou fração de um minuto mágico
Percebi a presença da Essência Suprema da Criação
E lamentei tempos de outrora
Que não vi o alvorecer de uma nova aurora.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um Novo Sol

Mais um ou menos alguns anos?
Bem, não importa tal resposta,
Afinal, prefiro alimentar-me de esperanças;

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O Nosso Mundo

Clamo, clamo e clamo;
Não suporto enxergar, ouvir e falar;
Crimes ambientais esquecidos
Que vagueiam impunes pelo ar.

domingo, 4 de dezembro de 2016

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Labirinto do Conflito

Ah, um labirinto doce, entretanto nebuloso e precoce,
Que nas entrelinhas das falas e carícias do dia a dia
Não me convém imaginar qual melodia possa me encantar,
Ou, talvez, suavizar sem aglutinar ou amordaçar ou isolar,
Este tal reduto, deveras escondido, que anseia enganar.

sábado, 5 de novembro de 2016

quinta-feira, 13 de outubro de 2016