quarta-feira, 25 de abril de 2018

Qual porta?

E agora?
Qual?

Comentam sobre intuição
Outros
Uma possível inspiração
Mas, qual decisão?

Não há volta
Apenas esta chance
A única chance.

E agora?
Qual?

Sete portas
Sete sentimentos
Apenas esta oportunidade
A vez da escolha certa
A única brecha
O instante
O momento de agir
Recuo e observo
Sinto a magia que entorpece minha pobre alma
Chega...
É chegada a hora!

Mas... Qual?
Silêncio funesto empobrece a calma.

Imagem qimono





sábado, 21 de abril de 2018

[PEDAÇOS DE MIM - MICROAMORES - MARCIO MUNIZ]

Recebi o livro “Pedaços de Mim - Microamores” do Poeta Marcio Muniz e confesso que, a leitura e posterior reflexão ao longo de cada verso e página — aliás, páginas sensivelmente emolduradas — expõem profundos fragmentos poéticos e microcontos de amores que trazem à baila sentimentos de outrora, emoções presentes e minutos extasiantes vindouros, os quais permeiam o cristalino oceano de nossas almas.

Imagem livro "Pedaços de Mim - Microamores - Marcio Muniz"

Ele próprio define a sina do poeta:

“O poeta e sua triste sina”.
“Colocar todo sentimento do mundo”
“Fazendo-o caber em uma rima”.


Imagem livro "Pedaços de Mim - Microamores - Marcio Muniz"

 Ele próprio torna visível a alma de poeta:


“Poeta não vende livros”,
“Revela sentimentos”.
“Poeta não faz só versos”,
“Ele tece a vida”.


Imagem livro "Pedaços de Mim - Microamores - Marcio Muniz"

 Ele próprio narra um instante:

“A cama que dividiam parecia maior a cada noite. Com algum esforço sabia que poderia rolar sobre o lençol e tocar-lhe o corpo com a ponta dos dedos. Contudo, sentia-se cada vez menos capaz de lhe tocar o coração”.

Para você adquirir um exemplar, basta clicar logo abaixo.


Imagem livro "Pedaços de Mim - Microamores - Marcio Muniz Editora Illuminare





domingo, 8 de abril de 2018

Mãe | Mãinha | Mãezinha


Nas infinitas plataformas globalizadas existentes, permeiam poemas, poesias e fragmentos de escrita que enaltecem a convivência sob o manto afável da magia, a qual se manifesta por meio de citações de adjuntos carinhosos — populares ou nativos —, com referência ao signo linguístico mais verbalizado do planeta cognominado “Mãe”.

E como definir— com precisão — o real significado desta palavra?

Bem, mergulhei no oceano denominado dicionário e, neste mar, encontrei alguns registros:

      ·         Mulher que tem ou teve filho ou filhos.
·         Mulher que cria e educa criança ou adolescente que não tenha sido gerado por ela, mas com quem estabelece laços maternais e a quem pode estar ligada por vínculos jurídicos.
·         Mulher carinhosa e protetora (figurado).
·         Pessoa que chora facilmente (figurado).
·         Etc.
“Estes conceitos são superficiais... Minha mãe é mais que uma simples definição”. — Sua mente e/ou sua alma retruca(m) logo após a leitura.

Então, feche os olhos e acesse seu túnel do tempo. Relembre momentos que ainda mantém em uma das caixinhas de lembranças guardadas no sótão de sua mente. Qual a sensação?

E aquela fase de questionamentos e inseguranças transcrita como “temerária adolescência”?

Já correlacionou a magia poderosa e indestrutível com a figura materna? Visualize seus arquivos mais secretos. Tudo está registrado bem aí..., bem aí dentro de você.

Ora, a “MÃE” é a verdadeira “mulher maravilha”. Ela não relaxa..., não descansa; cede à própria vida por você; adoece e sofre por você, e você? Qual o grau de gratidão?

Ao cruzar o umbral da maioridade e diante de certas circunstancias você replica: “A senhora está ultrapassada! A senhora está doidinha, hein! Tá caducando? Não se meta na minha vida!”. E assim, alguns caminham pelos trilhos sinuosos representados pela intolerância, ou ingratidão, ou irracionalidade, e até agressões físicas ou morais motivadas por ânimos torpes. Infelizmente, certos humanoides ainda insistem e persistem nesta viagem esdrúxula.

Não esqueça que viagens e textos possuem algo em comum: o ponto final. E, às vezes, são repentinos. Num piscar de olhos, tudo se acaba.

E a mãe?

Ah, ela perdoa sempre! Ela não se permite sofrer pelo seu deslize. O amor materno supera o impossível. Enfim, ela é eterna... Eis sua “MÃE”!


No dia certo, encontrarei a minha num jardim florido;
Jardim este, adornado por borboletas de várias cores;
E passarinhos multicoloridos que sobrevoam entoando cânticos.

E, naquele dia;
Eu, sem arrependimentos;
Reverei seu sorriso encantador
Seu olhar tenro, seu afago nobre;
A carícia interminável, o abraço inigualável;
O porto seguro..., o meu norte.

Saudades eternas!


Imagem gdakaska



Roberto Mello – Escritor & Poeta