Que saudade de minha
tenra idade!
A idade de criança
A idade da pipa
A idade da bola
A idade do queimado.
O tempo passou e
relembro:
Do momento das
brincadeiras
Do momento das
cachoeiras
Do momento nas
amoreiras
Do momento da “dança
das cadeiras”.
Que saudade daquele
tempo!
Tempo de
“esconde-esconde”
Tempo de
“polícia-ladrão”
Tempo de brincar em
bonde
Tempo do garrafão.
Que saudade daquele
tempo!
Tempo de criança
Acordava com o sol
Despertando nova
esperança.
Que saudade daquele
tempo!
Quando chovia
Fazia meu barquinho de
papel
Acompanhava até onde
podia
E ele sumia naquelas
corredeiras
Proveniente das águas
da cachoeira
E sobraram lembranças
Que transformo em
poesia de cordel.
Que saudade daquele
tempo!
Não esqueço meu tempo
de criança
Não esqueço essa doce
lembrança
Não esqueça na vida
essa bonança
Porque este amor é a “flor
da esperança”.
Hoje tenho a certeza:
Como é bom ser criança!
Aproveito para dizer:
Feliz dia da criança!
Em um minuto de
reflexão
Parei e refleti com
saudade e nostalgia:
Pensando bem, relembro
àquele encantamento,
Pensando bem, revivo
àqueles instantes,
Pensando bem, vivo no
túnel do tempo,
Concluindo bem: foram
momentos inebriantes.
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